Na sexta rodada, tivemos o clássico paraense Bruno Santiago de brancas versus Paulo Cohen de pretas. A abertura foi uma índia da dama, na qual as negras jogaram os úteis lances intermediários 4.Ba6 (para provocar b3 e debilitar a casa c3) e a manobra 5.Bb4+ e 6.Be7, que à primeira vista pode parecer perda de tempo, mas tem a intenção de privar as peças brancas das melhores casas (o BD fica melhor em b2 e não em c3).
Mas mesmo assim a partida seguiu mais ou menos os lances normais, até onde eu sei. Só creio que em vez de 13.Dc2 as brancas deveriam ter jogado 13.cxd5, e se 13.Dxd5+ segue 14.f3! com a ameaça de 15.e4! ganhando espaço no centro.
Com 13.Dc2 as negras aproveitaram a chance e jogaram 13.e5! ganhando espaço no centro. As brancas passaram então a se defender o resto do jogo todo e as pretas atingiram a pressão máxima depois de 24.Cf2, as pretas então jogaram 24.exf3 e perdem uma grande parte da vantagem, o melhor era 24.f4! com a idéia de e3, apertando o laço no jogo branco.
Depois disso, as brancas se defenderam com tenacidade e conseguiram o empate.
Depois disso, as brancas se defenderam com tenacidade e conseguiram o empate.
ResponderExcluirIsso é verdade
ASS.: Assunção